NYC 22 – S01E04 “Lost and Found”

 

Quando me ausentei por uns tempos da escrita regular do blogue, este capítulo de NYC 22 foi um dos últimos que assisti… Ainda que na altura não tenha gostado assim tanto do episódio, não foi esse o motivo para ter adiado por tanto tempo a sua critica. Hoje, quando voltei a assistir ao capítulo não o achei assim tão fraquinho quanto isso… inscreve-se no registo habitual da série, que acredito que se tivesse sido trabalhada de forma diferente poderia ter conhecido outro destino, que o seu cancelamento anunciado quase desde a estreia.

Lazarus e McLaren fazem dupla e desta vez e são encarregues de acompanhar umas jornadas da juventude que decorrem no bairro. No meio da sua missão acabam por descobrir os planos de um rapaz de explodir uma igreja. Contudo, quando apreendem a mochila que supostamente deveria ter a bomba descobrem que esta deve ter sido trocada numa biblioteca local. Iniciam, assim, uma busca pela rapariga que tem a mochila trocada… Ela ainda foge, mas o duo de rookies consegue alcançá-la e salvá-la a tempo da explosão. No final, Lazarus dá a McLaren todo o mérito da missão… «ajudando-o» a recolher crédito junto da sua família de polícias bem sucedidos!

  Por sua vez, Jackpot e Khan ficam responsáveis de transportar um conjunto de detidos… sendo que, o seu grade desafio é lidar com os preconceitos que estão bem marcados entre os detidos, que apesar de serem na sua maioria negros discriminam-se internamente pela religião que praticam. Mas o desafio maior que Jackpot tem que lidar prende-se coma sua visão linear acerca do carácter dos detidos…. «uma vez assassino, sempre assassino». Quando a carrinha de transporte dos detidos avaria, e Kahn está disposto a aceitar a ajuda de um detidos para arranjar a carrinha, Jackpot mostra-se contra… uma vez que acredita que assim que lhe tirarem as algemas ele irá fugir. Quando o inverso acontece, ele tem a oportunidade de tirar daí uma lição de tolerância!

Contudo, o caso-chave do episódio caiu nos braços de Sanchez e White House. A principio ambas são designadas para trabalhar no atendimento telefónico, contudo ao receberem uma chamada a reportar uma criança sozinha a vaguear por um jardim, acabam por involuntariamente se aperceber que a história não termina com a entrega da criança à família. Após receber um desenho da criança fez da mãe (que não coincide com o aspecto da mãe criança), Sanchez procura encontrar a verdadeira mãe da criança. Apesar de reticente a início White House acompanha Sanchez e, ambas, descobrem que a verdadeira mãe da criança é uma ex-drogada que vendeu a criança há uns anos atrás… sendo que, posteriormente, quando se tentou aproximar da criança foi ameaçada por capangas da nova família da criança. Sanchez procura de novo a mãe adoptiva da criança e tenta promover um encontro entre ambos, até porque, como lhe diz, a memória da verdadeira mãe é real para a criança e não saber a verdade causa-lhe sofrimento!

No final, é verdadeira mãe que não aparece e volta a desaparecer… ainda assim, toda a situação faz os pais adoptivos reflectirem e decidem contar a verdade à criança. O desempenho de Judy Marte (Sanchez), ao contrário do que aconteceu nos primeiros episódios, esteve à altura do drama que a situação requeria…

Este foi, acima de tudo, um episódio em que todos os personagens começaram a assentar melhor nos seus sapatos… pode ser que a ligação emocional com a história colectiva e individual (tão necessária) comece a desenvolver-se!

(clique nas imagens para ampliar)

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