Criminal Minds -S07E21″Divining Rod”

Sempre achei engraça da a expressão inglesa de copycat (copycat killings) no caso de Criminal Minds. Nunca tinha parado para pensar no porquê desta expressão, sabia que tem o sentido de uma imitação. Contudo, quando aqui há uns meses atrás adoptei uma nova gatinha que apareceu à porta de casa, acabei por compreender o verdadeiro porquê dessa expressão. Na verdade, já tinha um gato, bem parecido com o da imagem acima… ainda que bem mais manso. Quando a nova gatinha chegou, passado uns dias adoptou exactamente os mesmos comportamentos que o mais velho, chegando ao ponto de se sentar exactamente do mesmo modo e para o mesmo lado… aí atribui um novo sentido à ideia de copycat.

Ainda assim, os episódios de Criminal Minds acerca de assassinos que imitam outros assassinos em série nunca são dos meus preferidos. Isto porque raramente conseguem ser mais estimulantes que aqueles que imitam. E, desta feita, Criminal Minds apresentam-nos mais um capitulo sobre um copycat, que esperou que o mestre fosse executado para iniciar a sua onda de assassinatos. no preciso momento em que é anunciada a morte de um famoso serial killer, o unsub mata uma mulher jovem, logo após invadir a sua casa.

Se a primeira morte, pelas semelhanças e timing, foi o suficiente para alertar a equipa de BAU e levá-los a Oklahoma. Contudo, ainda estava a equipa a caminho, quando o novo assassino volta a atacar e a matar. Ao que parece o novo assassino ataca com um intervalo de seis horas e deixa as portas abertas para que os corpos possam ser encontrados rapidamente. Quando visitam a cena do crime, JJ acaba por descobrir que ele também leva uma mecha de cabelo das vítimas.

Paralelamente, Rossi e Prentiss visitam a viúva do assassino em série, que se prepara para sair da cidade e começar num sítio em que ninguém a conheça. Ao que parece, ninguém a apoiou na decisão de ficar ao lado do marido até à sua morte… como que num espírito de missão. A mulher dá também ao duo um conjunto de cartas que o seu marido foi recebendo ao longo dos anos.

Com as cartas e o alerta à população, a equipa de BAU aperta o cerco ao assassino. Contudo, é o perfil geográfico das suas mortes que os leva até ele. A esposa do assassino executado parece estar no centro do coração formado pela localização das suas mortes. Rapidamente, porque a equipa de há umas temporadas para cá brilhante e quase adivinha, chegam à conclusão que o assassino é um dos guardas prisionais da cadeia onde estava preso o mestre assassino.

Ao que parece, ele colhia o cabelo das vitimas para construir uma peruca para a mulher do anterior assassino, que sempre foi leal ao marido porque ele tinha estado ao seu lado durante o cancro. Ele quer criar com ela esse tipo de ligação!

  A parte que mais disturba o espectador dá-se quando a vitima visita o copycat na prisão e lhe recita exactamente o mesmo excerto das Mil e uma noites, que o outro assassino recitou aquando da sua execução, que o imitador escrevia nas sua cartas ao mestre e que, supomos também lhe tenha recitado e instigado aquando das visitas à cadeia. O certo é que ela acredita que atrai homens maus e a sua missão acompanhá-los até ao seu fim. God, a realmaster mind era ela! Não gostei, mas o modo como gravaram arrepiou-me…

No final do episódio, conhecemos que Prentiss apesar de hesitante compra uma casa. A relevância deste facto ainda pode estar por vir… umas vez que como história paralela não foi grande coisa!

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