The Firm – S01E09 “Chapter Nine”

Na linda do crescente dramático a que temos assistido em The Firm, quando, no início do episódio, assistimos ao rapto de Ray e Mitch, pensei que este seria um episódio no qual o enredo principal iria evoluir bastante. Mas como habitual, toda a intriga avança de forma bastante lenta. Ou sou eu que estou a ficar ansiosa?!

O rapto dos irmãos encontra-se, contudo, relacionado com o desaparecimento do filho de um oficial do exército americano, o sargento Leonard Debs. Quando se preparava para assistir ao funeral da sua esposa, recebeu uma chamada do filho (Rashad), na qual de repente ouve um tiro e nunca mais consegue estabelecer  comunicação com este. O sargento acredita que o seu filho está morto. Ainda assim, na polícia não conseguiu fazer mais do que preencher uma ficha a participar o desaparecimento do filho. Daí recorrer/«raptar» Ray, que ele sabe ser um bom investigador privado. Ao levá-los ao sítio onde o filho estava quando desapareceu pretende fazer-lhes ver quão improvável é toda aquela situação.

Na cena do crime, descobrem que o que quer que tenha acontecido no local, o «assassino» meteu-se em grandes trabalhos para esconder a marca de um tiro. Esta, tem um ângulo muito pronunciado (aponta que o tiro foi disparado de um telhado) e é suficientemente fundo para se tratar um mero crime de gangs ou de um assalto que correu mal. Inesperadamente, encontram uma testemunha improvável (uma prostituta chinesa de um bordel ilegal, que lhes relata o que viu. Pelo modo como o crime foi realizado e pela eficiência em encobrir os factos, o clã McDeere suspeita que o governo esteja envolvido. Até porque entretanto encontram um armazém com drogas, armas e um computador com ligações a textos terroristas. Assim, com a autorização do sargento, pai de Rashad, pretendem levar o governo a tribunal e com a sua moção obrigar o governo a esclarecer o que aconteceu.

Quando comparecem à audição, todo o tribunal foi tomado pelos agentes do governo com vista a preservar o secretismo de toda a acção. O mesmo se passa com a informação que os agentes do governo estão dispostos a dar. Nada, nicles, niente! A insistência de Mitch no argumento de que o pai, ele próprio sargento do exército americano, tem direito a saber o que se passou com o filho, assim como a necessidade de «regular» esta luta contra ao terrorismo no próprio solo americano; acaba por convencer o juiz a avaliar o caso, mesmo a informação sendo confidencial, e a permitir que o sargento tenha acesso ao corpo do filho. Com contornos meio rocambolescos, vemos que o mais importante para aquele pai era despedir-se do filho!

   No que concerne ao caso Sarah Holt, assistimos às mulheres da família a tomarem as rédeas da investigação. Assim, Tammy decide ir trabalhar para uma das subsidiárias da Noble Insurance para avaliar se é possível quebrar a segurança e aceder daí às bases da Noble Insurance. Recorde-se que é esse o esquema que eles suspeitam que Sarah Holt estivesse envolvida. Já Abby decide ir conversar com a esposa do falecido Moxon. Na sua visita descobre que a viúva está a receber dinheiro da Noble para se manter calada. No final da conversa, esta avisa Abby que Kevin Stack (CEO da N.I.) é um homem muito perigoso.

  Já a «grande» novidade da semana é que  Ray conta a Mitch que tenciona pedir Tammy em casamento. Por fim, no final, assistimos a mais um sneak peek do acontecimentos dali a quatro semanas… sem grande novidade, vemos que os homens de Stack estão dispostos a matar toda a  família, não hesitando em pegar a filha de Mitch (Claire).

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