Fringe – S04E02 “One Night in October”

E ao segundo episódio começamos a assistir à efectiva colaboração entre os dois lados do universo. Sempre com uma ponta de desconfiança mútua, a Fringe Division do outro lado pede a ajuda da homónima deste lado no caso de um serial killer. Ao que parece o assassino em série, que finalmente conseguiram identificar como John McClellan, mata as suas vítimas congelando o seu cérebro, enquanto «suga» as suas memórias mais felizes.

Com o aparecimento da 23.ª vítima e o primeiro descuido que leva à identificação do assassino, a Olivia do universo paralelo sugere que a Olívia deste lado escolte a nossa versão do assassino até ao outro lado. Como ambos partilham a mesma base genética e factores ambientais, principalmente enquanto crianças em que o conjunto de escolhas que poderia fazer não alterava definitivamente o curso das suas vidas; a equipa de Fringe acredita que o John deste lado possa dar-lhe informações importantes que permitam à equipa capturar o assassino. Ainda para mais quando o John McClellan deste lado é um psicólogo forense especialista em analisar o comportamento de assassinos em série.

Pensado estar a consultar num caso que acarreta um elevado grau de secretismo, o consultor é lavado para o outro lado. Na casa do suspeito, descobre alguns elementos que são úteis à investigação, mas em última instância estranha o facto de o assassino ter uma poltrona igual à que ele tinha quando era pequeno na casa do pai e, posteriormente, descobre uma fotografia do pai à beira de um tractor, igual à  que ele dantes tinha. Nesta altura a Olivia deste lado intervém e explica-lhe a existência de um universo paralelo.

Apesar de surpreso este acaba por confessar a Olivia que desde criança também sente uma necessidade de magoar os outros – um lado negro! O pai dele costumava espancá-lo para que este parasse com tais comportamentos. Contudo, foi uma mulher chamada Marjorie que ajudou o John do lado de cá a lidar com as suas tendências homicidas, substituindo-as por pensamentos alegres e positivos. Irónico, que a sua réplica do outro lado apenas assassine pessoas felizes!

   No culminar de toda a visita ao universo paralelo, o John do lado de cá escapa-se e pare ao encontro do assassino do lado de cá, com o intuito de partilhar com ele aquilo que aprendeu com Marjorie e, deste modo, fazer com que ele pare de matar. Contudo, é o próprio John que termina com as  memórias felizes sugadas. Quando o assassino em série está prestes a ser apanhado escolhe pôr fim à sua vida. Já John McClellan deste lado sobrevive ao ataque mas perde todas as memórias de Marjorie e das aventuras no universo paralelo. Coloca-se, então, a questão de que sem as memórias de Marjorie, as tendências homicidas poderão ressurgir no John do lado de cá?!! Mas, qual final feliz, a pessoa da Marjorie desapareceu da sua memória, mas o efeito desta na crença da importância de manter o espírito positivo mantém-se!

 No final do episódio,  um Walter atormentado começa a ouvir a voz  de Peter, à qual reage em pânico a pedir ajuda! Este foi claramente um episódio em que não evoluímos muito ao nível do enredo principal da temporada, mas no qual o caso da semana assumiu o devido destaque e teve «cabeça, tronco e membros»… o que em Fringe nem sempre acontece!

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