The Firm S01E05 – “Chapter five”

Capítulo 5 vs. jogo pela verdade?!

  Este quinto capítulo de The Firm começa com McDeere a ser preso por homicídio. A polícia acredita que ele empurrou da varanda o homem no hotel. Uma vez mais, a Clark & Kinross é responsável pela caça e incriminação de Mitch.

  Posto a prisão de Mitch, voltamos no tempo algumas semanas e o Mitch prepara-se para enfrentar um novo julgamento. Desta feita, deverá defender um jovem advogado, que após concluir o curso se dedicou a explorar um casino ilegal, e  que se encontra acusado do homicídio de um violento agiota. Este, alega que o fez em auto-defesa, enquanto a acusação alega a premeditação.

Muito deste enredo assenta na metáfora do jogo e na aposta de quem é de facto culpado. A par do que tem acontecido nos capítulos anteriores da série, nem tudo o que parece é verdade e Mitch juntamente com a sua família acabam, quase sempre, enclausurados num debate ético e legal sobre a atitude a tomar. Desta feita, descobrem que o cliente de Mitch está a acobertar o melhor amigo, real assassino. Enclausurado pelo desejo do seu cliente e as possibilidades legais no caso, McDeere tenta escusar-se do caso. O juíz não permite que este o faça e assim partimos para o jogo da vida do seu cliente, irá ou não o júri considerá-lo inocente?!

Quem jogou por fora das regras foi o Ray McDeere (irmão de Mitch) que invadiu o apartamento da Sarah Holt. Quando a visita na cadeia, ele pressente um comportamento estranho nesta quando ele lhe conta da destruição dos dados no seu pc (esta não fica surpresa) e quando lhe relata que podem ter encontrado um motivo incriminador para o filho da vítima (e isto sim, deixa-a surpresa)! Quem melhor que um investigador para saber que uma pequena mentira esconde uma mentira maior?! E, assim, quando invade o apartamento de Sarah Holt descobre uma lista quase destruída com o nome das enfermeiras que trabalharam para a velhota falecida no ano anterior à sua morte. Cai por terra, assim, a «jogada» de que ela tinha conhecido a vítima no próprio dia do assassinato.

Por fim, importa referir o caso da Althea Sanderson… o tal caso que em primeira instância motivou o Mitch a associar-se a uma firma com mais recursos. A Abby (esposa do Mitch) vai até à Clark & Kinross com o intuito de os convencer a lutar por um acordo superior a 210 mil dólares (que é a quantia que está em cima da mesa). Surpreende-se, e surpreendi-me eu, ao ver que a firma tem dez advogados a trabalhar para encontrar algo que lhes dê alguma vantagem na negociação com a outra firma de advogados. Eu fiquei surpresa porque esta foi uma das minhas maiores expectativas desde o início, ou seja, o Mitch aceita associar-se a uma firma maior e com uma filosofia diferente da sua para poder dar a esta família a possibilidade de fazerem justiça. Quão irónico seria se no meio de tantos interesses desonestos, este caso não pudesse conhecer alguma justiça?! Ao menos uma jogada que conheceu um destino favorável neste negócio… e Althea Sanderson e a sua filha conhecem justiça e recebem a indemnização que lhes é devida, após um defeito intencional no fabrico de uma prótese.

O episódio termina como começou com Mitch a ser levado para o interior de uma sala de interrogatório, tentando desvendar tudo o que lhe está a acontecer!

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